Frota estacionada hoje, 31 de Janeiro
Quase um ano depois do prometido, dizem-nos que os novos autocarros já estão a circular pelo condominio. Os utentes ficam eternamente gratos à administração, pela rapidez e eficiência do serviço prestado.
A foto é retirada do São Paulo Fashion Week, que decorreu este mês, e exibe a constituição de um arquétipo estético com base na magreza extrema.
Sem a pretensão de aprofundar o argumentário antropológico, diria que estas mulheres escanzeladas, contrariam o ideal clássico de perfeição física, expresso na ideia de uma mente sã num corpo são. Pelo contrário, revelam uma espécie de corpos artificiais moldados sobre criaturas humanas. Mas isto sou eu a dizer. O mundo da moda, onde a presença de lobby gay é avassaladora, continua a promover e a difundir imagens de corpos ao estilo de Auschwitz. O pior é que estes festins são um veiculo privilegiado da decrepitude física como estereotipo para milhões de adolescentes; pois são aqui seleccionados os modelos, escolhidos os tipos e, portanto, é um ideal do peso da mulher em estado andrógino que sobe à passerelle. A indumentária que se converteu num cenário privilegiado das transformações produzidas ao longo de várias épocas, tem vindo a cobrir estes cabides ambulantes, em representação duma coisa a que chamaram o canone de beleza. É o poder da imagem, a idiotice da moda, mas acima de tudo, o drama de inúmeras mulheres com transtorno psicológico e a percepção distorcida, que acabam por encontrar a morte ou o desequilíbrio mental num processo irreversível.
Mas esta, é também a prova de que Darwin se enganou - não existe evolução das espécies - os idiotas e as bestas continuam todos por aí.
foto de cosmos 2k4Relembro um breve excerto, a propósito da história desta linha escrita por pinto pires:
(...)
Para que a linha passasse pela Covilhã foi necessário construir cinco grandes pontes: a ponte sobre o rio Zêzere em Alcaria, a ponte do Anaquim (nas Poldras), o viaduto dos oito arcos em pedra, a ponte do Corge e a ponte da quinta do rio.
(...) Nesta obra, durante os meses de Junho, Julho e Agosto de 1891, trabalhavam na construção da linha, dia e noite, 4.000 operários, um grande número, eram mulheres (...)
Ou como o mesmo assunto é intitulado de forma tão díspare pelos três pasquins regionais:
Noticias da Covilhã: UBI já formou 159 médicos. Destes, 36 ficaram no Interior.
O Interior: Apenas oito novos médicos formados na UBI em internato comum na região
Jornal do Fundão: UBI formou mais 59 novos médicos 1o por cento ficam na região



À medida que o tempo foi passando, o parque, em vez de dar lugar à fruição, transfigurou-se num ermo petrificado, inóspito, pois não conseguiu até hoje, cativar os indígenas, estando praticamente deserto durante grande parte do ano. Não existe, pois, qualquer estratégia que se centre na reconstrução do significado da Goldra, ou pelo menos, que leve as pessoas a frequentá-lo.Seria exigir muito que esta Administração tivesse um modelo muito elaborado de captação e fixação de públicos, ou uma atitude proactiva para mobilizar espectadores. Mas não é preciso ir tão longe. Bastava fazer a divulgação do evento para não acontecerem vergonhas como esta. Elementar meu caro Roças.

Nós perguntamos: o que irão fazer (37 mil alminhas por mês?) a um site que para alem da multiplicação, ad nauseam, da figura do admirável líder, nada tem para mostrar?
Hum!
Quando gamei este video no manufacturas, logo me chegou à lembrança: se esta relíquia empedrada da pérfida Castelo Branco, estivesse no condomínio covilhaneinse, a coisa já tinha mudado de figura. Por certo, o vereador da Koltura, o criativo Roças, mais o maestro cherovia, imbuídos do espírito e criatividade torrencial que os caracteriza, há muito que já tinham organizado uma festança parecida com a da pastinaca sativa no dito. Mas dá deus nozes a quem não tem deintes. Ou então, é mesmo isso: Pessimus caecus qui non vult videre est.
Amen

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Ainda a propósito de projectos pró futuro com obras de encher o olho, mas que esvaziam os bolsos dos indigenas; tome-se o exemplo da inutilidade destas duas fantasias:
O funicular de Viseu e o elevador de santo André na Covilhã são duas obras erguidas no admirável mundo do dr Ruas e do símile dr pinto, que proporcionam viagens low cost e fazem sorrir os condóminos de tão desconcertante utilidade paisagística.
Mas qual será a semelhança entre o elevador da covilhã e o funicular do Viseu?
Ambos são meios mecânicos de transporte não poluente, pena que tanto um como o outro, andem praticamente às moscas e não tenham qualquer utilidade.


(…) O campo das festas é um dos poucos espaços de respiração da cidade alta, servindo para acolher multidões e actividades ao ar livre e, inclusive, de alternativa ao difícil estacionamento do centro. Espaços como este escasseiam e encontram-se ameaçados pelo míope afã de privatização de tudo o que é publico. Estes locais desempenham uma função análoga às dos terreiros, os rossios ou as corredouras de outrora. Essenciais em tempos de folias, mas também de catástrofe, possuem um valor patrimonial que não pode ser subestimado, seja perante a crise urbanística ou a penúria dos cofres municipais (…)

- O dr pinto foi reconduzido no cargo de presideinte da junta da comunidade urbana das Beiras (COMURBEIRAS). Isto é uma comunidade de quê?
- O contabilista luís barretes, ersatz do dr pinto, ameaça o sindicato têxtil, com um processo administrativo para reaver a posse de um terreno que lhe foi cedido e posteriormente vendido, com a aprovação da câmara. Um cómico este Barretes.
- O presideinte da CMC vai convidar o Presidente da República e o senhor engenheiro para a comissão de honra das comemorações dos 140 anos de elevação do condominio. E porque não o Durão
Barroso e Ahmadinejahd ? ALA aqba.
Covilha 1920/30 ?
Não houve um dilúvio bíblico, mas no espaço de um mês, passou-se do cenário apocaliptico de racionamento desse liquido abjecto, onde os peixes fodem, para a abundância qb na barragem Viriato. Eu que na minha leviandade e ignorância aquífera, julgava de primordial importância a existência de infra-estruturas de armazenamento; assim como a disponibilidade de recursos hídricos para o condominio, vou ter de dar razão aos que consideram desnecessária a construção da nova barragem.
Todos eles, por certo, possuidores de invejáveis curriculos académicos/profissionais, com a devida pose/circunstância e na razão directa da sua inutilidade pública. Enquanto a região caminha triunfalmente para a falência, o governo civil paroquiano, prossegue a sua afadigada actividade com todo o esplendor, e já deve estar a preparar as pitorescas expedições aos nativos e demais pastorícia. Maibom!